Você lê e Recomenda

Envie para o e-mail celinamoraescontato@gmail.com passagens de livros que já leu e que te marcaram.
Todo mês, escolherei um dos trechos enviados para publicar nesta seção e a pessoa selecionada receberá uma caneca com a capa do meu livro “Lugar cheio de rãs”.

Jessica parabéns pela linda escolha que você fez do trecho de “Iracema” que retrata o momento de nascimento do filho da personagem.

Como você disse, essa passagem reflete seu momento de vida de dedicação ao filho.

Uma mulher que tem enraizada em sua alma o sentimento da maternidade, independentemente de ter gerado ou não uma criança em seu ventre, conhece o verdadeiro significado do amor incondicional

Aqui vai o belíssimo trecho de “Iracema”, de José de Alencar:

"Iracema cuidou que o seio rompia-se; e buscou a margem do rio, onde crescia o coqueiro. Estreitou-se com a haste da palmeira. A dor lacerou suas entranhas; porém logo o choro infantil inundou todo o seu ser de júbilo. A jovem mãe, orgulhosa de tanta ventura, tomou o tenro filho nos braços e com ele arrojou-se às águas límpidas do rio. Depois suspendeu-o à teta mimosa; seus olhos então o envolviam de tristeza e amor. — Tu és Moacir, o nascido de meu sofrimento."

Que alegria apresentar aqui o Vinicius Martins, um estudante de 13 anos, que mora na cidade de Piraju, SP.

Fiquei tão surpresa de ter a participação dele caminhando comigo nesta jornada literária, que fiz questão de ir pessoalmente entregar a caneca na casa de seus pais.

Aproveito para agradecer o carinho com que foi fui recebida, junto com minha mãe, na casa dos pais do Vinicius, Edmar e Elaine, que também têm outros dois filhos. Foi uma tarde ensolarada, regada a um cafezinho delicioso preparado pela Elaine, no meio de muito verde.

Obrigada de coração Edmar e Elaine por me autorizarem a postar as fotos do Vinicius.

Um beijo a toda linda família.

 

Leia os dois primeiros trechos do poema:

Amor América

De Pablo Neura

Antes do chinó e do fraque

foram os rios, rios arteriais:

foram as cordilheiras em cuja vaga puída

o condor ou a neve pareciam imóveis;

foi a umidade e a mata, o trovão,

sem nome ainda, as pampas planetárias.

 

O homem terra foi, vasilha, pálpebra

do barro trêmulo, forma de argila,

foi cântaro caraíba, pedra chibcha,

taça imperial ou sílica araucana.

Terno e sangrento foi, porém no punho

de sua arma de cristal umedecido

as iniciais da terra estavam escritas.

/.../

Continue enviando seus textos. Eles são cumulativos e continuam participando das seleções mensais.

O trecho que inaugura esta seção é o da veterinária Helloah. Como ela, sou apaixonada por animais e se pudesse adotaria todos os abandonados e feridos. Os animais não falam, mas a maneira como nos olham e o jeito, às vezes, arredio de nos dar carinho expressam sua gratidão por quem os acolhe quando abandonados. É comovente ver tanto amor pela gente vindo de patas, olhos, rabos, miados, latidos e divertidas brincadeiras.

Obrigada Helloah por sua participação!!! 👋👋

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"... Quando alguém faz uma oração a São Francisco de Assis, a energia mental é endereçada ao Universo e se soma a outras energias idênticas. A seguir, ela é distribuída igualmente a cada animal do Universo, independentemente de quaisquer condições ou estado evolutivo, pois a maioria das pessoas, quando se lembra deste santo católico, o relaciona, quase automaticamente, aos animais, por isso acabam enviando estas energias, inconscientemente, a eles também."

    Livro: "Todos os Animais Merecem o Céu", de  Marcel Benedeti Enviado por Helloah Silvestre, veterinária